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e pregai o evangelho."
                 Marcos 16:15
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10 Dias no Cenáculo
Confissão Genuína

Analisando o Conselho Divino
O reavivamento genuíno sempre foi caracterizado pela confissão do pecado.A confissão abre o coração e aplana o caminho para o poderoso derramamento do Espírito de Deus.Se as avenidas da alma estiverem obstruídas pelo pecado,o Espírito não pode fluir por nosso intermédio para impactar o mundo.O pecado não confessado torna-se um obstáculo para tudo o que Deus deseja fazer por meio de Sua igreja.O sábio Salomão declara:"O que encobre as transgressões,nunca prosperará;mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia"(Pv 28:13).Não prosperamos espiritualmente a menos que sejamos honestos com nós mesmos e com Deus.O pecado não confessado é o câncer da alma.Antes nos convence e nos instrui.A menos que confessemos os pecados que o Espírito Santo nos fortalecer e nos dar poder;Ele nos convence e nos instrui.A menos que confessemos os pecados que o Espírito Santo nos indica,o coração se tornará estéril.Se nos recusarmos a ouvir Sua voz pela convicção que Ele nos dá,jamais receberemos o derramamento do Espírito Santo no poder da chuva serôdia.
Quando os discípulos se reuniram no Cenáculos e buscaram fervorosamente a Deus em oração,compreenderam de maneira clara a necessidade que tinham de confessar honestamente seus pecados a Deus e,se necessário,uns aos outros."Após a ascensão de Cristo,o Espírito Santo não desceu imediatamente.Decorreram dez dia depois de Sua ascensão até que fosse concedido o Espírito Santo.Esse tempo foi pelos discípulos dedicado à mais diligente preparação para o recebimento dessa tão preciosa dotação.Os ricos tesouros do Céu foram vertidos sobre eles depois de haverem examinado diligentemente o próprio coração e renunciado a todo ídolo.Achavam-se diante de Deus,himilhando sua alma,fortalecendo sua fé,confessando seus pecados"(Este Dia Com deus[MM 1980],p. 8).Antes do derramamento do espírito Santo,foi necessária uma obra de preparação."Ao esperarem os discípulos pelo cumprimento da promessa,humilharam o coração em verdadeiro arrependimento e confessaram sua incredulidade"(Atos dos Apóstolos,p. 36).Se os próprios discípulos de Cristo necessitavam preparar o coração para a chuva temporã,a fim de iniciarem a proclamação do evangelho no poder pentecostal,quanto mais necessitamos nós hoje de tal preparo nesta hora final e culminante da história da Terra!Se eles necessitavam dedicar tempo à oração,meditação,arrependimento e confissão,muito mais necessitamos nós hoje.Se o pecado obstruiu o caminho para um poderoso derramamento do Espírito Santo naquela ocasião,certamente fará o mesmo agora.Se a confissão preparou o coração dos discípulos para receber o Espírito SAnto,preprarará nosso coração também.
Confessando Pecados Específicos
O serviço do santuário no Antigo Testamento nos proporciona uma lição vital sobre a natureza da confissão.O livro de Levítico assim descreve o que acontecia quando os israelitas sentiam a culpa pelos pecados e traziam as ofertas ao santuário:"Será,pois,que,sendo culpado numa destas coisas,confessará aquilo em que pecou"(Lv 5:5).A confissão era algo muito específico.O pecador que levava o cordeiro colocava as mãos sobre a cabeça do animal que seria sacrificado e confessava o pecado que havia cometido.Em seu comentário sobre a importância da confissão,Ellen White declara:"A confissão verdadeira tem sempre caráter específico e faz distinção verdadeira tem sempre caráter específico e faz distinção de pecados.Este podem ser de natureza que devam ser apresentados a Deus unicamente;podem ser faltas que devam ser confessadas a pessoas que por elas foram ofendidas;ou podem ser de caráter publico,devendo então ser confessados com a mesma publicidade.Toda confissão,porém,deve ser definida e sem rodeios,reconhecendo justamente os pecados dos quais sois culpados"(Caminho a Cristo,p.38).
Você já abrigou na mente pensamentos de crítica?Já pronunciou palavras ofensivas e depreciativas?Já foi impaciente ou descortês?Tem sido negligente na guarda do sábado ou infiel na devolução do dízimo?O pecado obstrui as artérias do coração espiritual,Corrói as avenidas da alma.Bloqueia a benção que Deus anseia derramar por nosso intermédio.A resposta é a confissão.Ao nos prostrarmos diante de Deus,que é misericordioso e perdoador,e confessarmos os pecados específicos de que o Espírito Santo nos convence,receberemos o perdão e a libertação da culpa.Isso nos leva a duas questões vitais:Quando devemos pedir perdão a alguém a quem tenhamos ofendido?Quando é apropriado confessar os pecados publicamente?
Quando devemos confessar os pecados unicamente a Deus?O apóstolo Paulo desejava sempre ter uma "consciência pura diante de Deus e dos homens"(At 24:16).Podemos ter uma consciência limpa ao confessarmos os pecados a Deus.Se,depois de havermos confessado a Deus,ainda persiste o sentimento de culpa,devemos nos fazer esta pergunta:Agi de maneira errada com alguém ou feir alguém de alguma maneira para que o Espírito Santo esteja me guiando a pedir seu perdão?Se discutimos com alguém ou ficamos impacientes ou irados com alguma pessoa,o Espírito Santo  nos convence de que devemos pedir perdão.Aqui está um princípio muito importante para determinar se devemos pedir perdão a outra pessoa:Conserta-se uma cerca quando ela está quebrada.Se os atos provocaram uma ruptura ou distância no relacionamento com outra pessoa,pedir perdão pode "consertar a cerca quebrada" desse relacionamento e dar tertemunho do poder da graça de Deus operando em sua vida.Se você falou palavras ofensivas e descorteses a respeito de alguém."Conserte a cerca quando estiver quebrada".Vá até a pessoa de quem falou o que não deveria e tente reparar o dano que causou à reputação dela.
Quando a confissão publica é apropriada?Somente quando os pecados cometidos são publicos.Se a pessoa deixou de cumprir o voto de compromisso com Cristo e desonrou Seu nome e o nome de Sua igreja,por vezes a confissão publica é apropriada.Embora não seja certamente necessário e seja extremamente desconselhável entrar em todos os invonvenientes detalhes do pecado,um testemunho de Sua graça e de tristeza pela transgressão e por desagradá-Lo e traz cura a nosso coração e à igreja.
Jesus continua sendo um Salvador perdoador.Ele ainda nos limpa da culpa e da vergonha do pecado.Quando vamos a Ele e honestamente confessamos os pecados,o coração está preparado para se tornar a habitação de Seu Santo Espírito.Para ajudá-lo a ter o coração como morada do Espírito SAnto,ajoelhe-se e ore fazendo a você mesmo as seguintes perguntas:
1-Há alguma coisa e minha vida que me impede de receber o derramamento do Espírito SAnto?
2-Há algum pecado profundamente acariciado dentro de mim que ainda não confessei nem abandonei?
3-Há alguém a quem tenha magoado ou ofendido e lhe deva pedir perdâo?
4-Aceitei plenamente o perdão de Deus ou ainda abrigo sentimentos de culpa desnecessariamente?
5-Confio verdadeiramente que Jesus perdoa os pecados?
Refletindo Sobre o Conselho Divino
Leia atentamente o seguinte texto extraído do livro Atos dos Apóstolos,páginas 38-45:
O Espírito veio sobre os discípulos,que expectantes oravam,com uma plenitude que alcançou cada coração.O Ser infinito revelou-Se em poder à Sua igreja.Era como se por séculos esta influência estivesse sendo reprimida,e agora o Céu se regozijasse em poder derramar sobre a igreja as riquezas da graça do Espírito.E,sob a influência do Espírito,palavras de penitência e confissão misturavam-se com cânticos de louvor por pecados perdoados.Eram ouvidas palavras de gratidão e de profecia.Todo o Céu se inclinou na contemplação da sabedoria do incomparável e incompreensível amor.Absortos em admiração,os apóstolos exclamaram:"Nisto está a caridade!"(I Jo 4:10).eles se apossaram do dom que lhes era repartido.E que se seguiu?A espada do Espírito,de novo afiada com poder e banhada nos relâmpagos do Céu,abriu caminho através da incredulidade.Milhares se converteram num dia.
Disse Cristo a Seus discípulos:"Digo-vos a verdade,que vos convém que Eu vá;porque,se Eu não for,o Consolador não virá a vós,mas,se Eu for,enviar-vo-Lo-ei.""Mas,quando vier aquele Espírito de verdade,Ele vos guiará em toda a verdade;porque não falará de Si mesmo,mas dirá tudo o que tiver ouvido,e vos anunciará o que há de vir" ( Jo 16:7,13).
A ascensão de Cristo ao Céu foi,para Seus seguidores,um sinal de que estavam para receber a bênção prometida.Por ela deviam esperar antes de iniciarem a obra que lhes fora ordenada.Ao transpor as portas celestiais,foi Jesus entronizado em meio à adoração dos anjos.Tão logo foi esta cerimônia concluída,o Espírito Santo desceu em ricas torrentes sobre os discípulos,e Cristo foi de fato glorificado com aquela glória que tinha com o Pai desde toda a eternidade.O derramamento pentecostal foi uma comunicação do Céu de que a confirmação do Redentor havia sido feita.De conformidade com Sua promessa,Jesus enviara do Céu o Espírito Santo sobre Seus seguidores,em sinal de que Ele,como Sacerdote e Rei,recebera todo o poder no Céu e na Terra,tornando-Se o Ungido sobre Seu povo.
"E foram vistas por eles línguas repartidas,como que de fogo,as quais pousaram sobre cada um deles.E todos foram cheios do Espírito Santo,e começaram a falar noutras línguas,conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem" (At 2:3,4).O Espírito Santo,assumindo a forma de línguas de fogo,repousou sobre a aassembleia.Isto era um emblema do dom então outorgado aos discípulos,o qual os capacitava a falar com fluência línguas com as quais não tinham nunca tomado contato.A aparência de fogo significava o zelo fervente com que os apóstolos trabalhariam e o poder que assistiria à sua obra.
"E em Jerusalém estavam habitando judeus,varões religiosos,de todas as nações que estão debaixo do céu"(At 2:5).Durante a dispersão,os judeus tinham sido espalhados por quase todas as partes do mundo habitado,e em seu exílio tinham aprendido a falar várias línguas.Muitos desses judeus estavam nessa ocasião em Jerusalém assistindo às festas religiosas que então se realizavam.Cada língua conhecida estava por eles representada.Esta diversidade de línguas teria sido um grande embaraço à proclamação do evangelho;Deus,portanto,de maneira miraculosa,supriu a deficiência dos apóstolos.O Espírito Santo fez por eles o que não teriam podido fazer por si mesmos em toda uma existência.Agora podiam proclamar as verdades do evangelho em toda parte,falando com perfeição a língua daqueles por quem trabalhavam.ESte miraculoso dom era para o mundo uma forte evidência de que o trabalho deles levava o sinete do Céu.Daí por diante a linguagem dos discípulos era pura,simples e acurada,falassem eles no idioma materno ou numa língua estrangeira.
"E,correndo aquela voz,ajuntou-se uma multidão,e estava confusa,porque cada um os ouvia falar na sua própria língua.E todos pasmavam e se maravilhavam,dizendo uns aos outros:Pois quê!não são galileus todos esses homens que estão falando?Como pois os ouvimos,cada um,na nossa própria língua em que somos nascidos?"(At 2:6-8).
Os sacerdotes e príncipes estavam excessivamente enraivecidos ante essa manisfestação extraordinária,mas não ousavam demonstras sua má disposição,por temor de se exporem à violência do povo.Tinham assassinado o Nazareno;mas eis que ali estavam os Seus servos,indoutos da Galiléia,contando em todas as línguas então faladas a história de Sua vida e ministério.Os sacerdotes,resolvidos a atribuir o poder miraculoso dos discípulos a alguma causa natural,declararam estarem eles embriagados por terem bebido demais do vinho novo preparado para o banquete.Alguns dos mais ignorantes dentre o povo creram na acusação,mas os mais inteligentes sabiam ser isto falso;e os que compreendiam as diferentes línguas testificavam da correção com que eram usadas pelos discípulos.
Em reposta à acusação dos sacerdotes,Pedro mostrou que esta demonstração era um direto cumprimento da profecial de Joel,onde é predita a descida de tal poder sobre homens a fim de habilitá-los para uma obra especial."Varões judeus,e todos os que habitais em Jerusalém",disse ele,"seja-vos isto notório,e escutai as minhas palavras.Estes homens não estão embriagados,como vós pensais,sendo a terceira hora do dia.Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel:E nos ultimos dias acontecerá,deiz Deus,que do Meu Espírito derramarei sobre toda a carne;e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão,e os vossos mancebos terão visões,e os vossos velhos sonharão sonhos;e também do Meu Espírito derramarei sobre os MEus servos e Minhas servas naqueles dias,e profetizarão"(At 2:14-18).Com clareza e poder,Pedro testificou da morte e ressurreição de Cristo:"Varões israelitas,escutai estas palavras:A Jesus Nazareno,varão aprovado por Deus entre vós com maravilhas,prodígios e sinais,que Deus por Ele fez no meio de vós,como vós mesmos bem sabeis;a Este [...]crucificastes e matastes pelas mãos de injustos;ao qual Deus ressuscitou,soltas as ânsias da morte,por não era possível que fosse retido por ela"(At 2:22-24).
Pedro não se referiu aos ensinos de Cristo a fim de justificar sua atitude,porque sabia que o preconceito de seus ouvintes era tal que suas palavras sobre o assunto seriam de nenhum efeito.Emv ez disso falou de Davi,que era considerado pelos judeus como um dos patriarcas da nação."Porque",declarou,"dEle disse Davi:Sempre via diante de Mim o Senhor,porque está à minha direita,para que Eu não seja comovido,por isso se alegrou o Meu coração,e a Minha língua exultou;e ainda a Minha carne há de repousar em esperança;pois não deixarás a Minha alma no Hades,nem permitirás que o Teu santo veja a corrupção"(At 2:25-27).
"Varões irmãos,seja-me lícito dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi,que ele morreu e foi sepultado,e entre nós está até hoje a sua sepultura.[Ele]disse da ressurreição de Cristo,que a Sua alma não foi deixada no Hades,nem a Sua carne viu a corrupção.Deus ressuscitou a este Jesus,do que todos nós somos testemunhas"(At 2:29,31-32).
É uma cena cheia de interesse.Eis o povo agluindo de todas as direções para ouvir os discípulos testificarem da verdade como é em Jesus.Eles se acotovelam,lotando o templo.Sacerdotes e príncipes estão presentes,fisionomias carregadas de sombria malignidade,o coraço ainda cheio de permanente ódio contra Cristo,as mãos maculadas com o sangue do Redentor do mundo,sangue esse derramado quando O crucificaram.Pensavam encontrar os apóstolos acovardados e temerosos sob a mão forte da opressão e assassínio,mas encontraram-nos acima de todo o temor,cheios do Espírito,proclamando com poder a divindade de Jesus de Nazaré.Ouvem-nos declarando com ousadia que Aquele tão recentemente humilhado,escrnecido,ferido por mãos cruéis e crucificado é o Príncipe da vida,agora exaltado à mão direita de Deus.
Alguns dos que ouviam os apóstolos tinham tomado parte ativa na condenação e morte de Cristo.Suas vozes tinham-se misturado com a da turva,pedindo Sua crucificação.Quando Jesus e Barrabás foram colocados perante eles no tribunal,e Pilatos perguntou:"Qual quereis que vos solte?(Mt 27:17,ARC)eles clamaram:"Este não,mas Barrabá"(Jo 18:40).Quando Pilatos lhes apresentou Cristo,dizendo:"Tomai-O vós,e crucificai-O;porque eu nenhum crime acho nEle"(Jo 19:6),"Estou inocente do sangue dEste justo",eles exclamaram:"O Seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos"(Mt 27:24,25).
Agora eles ouviam os discípulos declararem que era o Filho de Deus que havia sido crucificado.Sacerdotes e príncipes tremeram.Um sentimento de convicção e angustia se apoderou do povo."E,ouvindo eles isto,compungiram-se em seu coração,e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos:Que faremos,varões irmãos?"(At 2:37).Entre os ouvintes dos discípulos havia judeus devotos,sinceros em sua fé.O poder que acompanhou as palavras de Pedro convenceu-os de que Jesus era de fato o Messias.
"E disse-lhes Pedro:Arrependei-vos,e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo,para perdão dos pecados;e recebereis o dom do Espírito Santo;porque a promessa voz diz respeito a vós, vossos filhos,e a todos os que estão longe;a tanto quantos Deus nosso Senhor chamar"(At 2:38,39).
Pedro deixou claro ao povo convicto o fato de que haviam rejeitado a Cristo por terem sido enganados pelos sacerdotes e princípes;e que se eles continuassem a buscar conselho desses homens,e esperassem por eles para reconhecerem a Cristo em vez de ousar fazê-lopor si mesmo,jamais O aceitariam.Esses homens poderosos,embora fazendo profissão de piedade,eram ambiciosos de riquezas e glórias terrestres.Não desejavam ir a Cristo para receber esclarecimento.
Sob a influência desta celestial iluminação,as passagens da Escritura que Cristo tinha explanado aos discípulos apresentavam-se perante eles com o brilho da verdade perfeita.O véu que os impedia de ver o fim do que fora abolido estava agora removido,e eles compreendiam com perfeita clareza o objetivo da missão de Cristo e a natureza de Seu reino.Puderam falar com poder a repeito do Salvador;e ao desdobrarem perante seus ouvintes o plano da salvação,muitos ficavam convictos[...].As tradições e supertições inculcadas pelos sacerdotes eram varridas de sua mente,e os ensinos do Salvador,aceitos.
"De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra;e naquele dia agregaram-se quase três mil almas"(At 2:41).
Os líderes judeus tinham imaginado que a obra de Cristo terminaria com Sua morte;mas,em vez disto,testemunharam as maravilhosas cenas do dia do Pentecostes.Ouviam os discípulos dotados de poder e energia até entãodesconhecidos pregando a Cristo,suas palavras confirmadas por sinais e maravilhas.Em Jerusalém,o baluarte do judaísmo,milhares declararam abertamente sua fé em Jesus de Nazaré como o Messuas.
Os discípulos estavam assombrados e sobremodo jubilosos com a abundante colheita de almas.Eles não consideravam essa maravilhosa conlheita como resultado de seus próprios esforços;sabiam que estavam entrando no trabalho de outros homens.Des a queda de Adão,Cristo estivera confiando a servos escolhidos a semente de Sua Palavra,para ser lançada nos coraçõs humanos.Durante Sua vida na Terra,Ele semeara a semente da verdade e regara-a com Seu sangue.As conversões havidas no dia do Pentecostes foram o resultado dessa semeadura,a colheita da obra de Cristo,revelando o poder de Seus ensinos.
Os argumentos dos apóstolos somente,conquanto convincentes e claros,não haveriam removido o preconceito que resistira a tanta evidência.Mas o Espírito Santo com divino poder convenceu o coração pelos argumentos.As palavras dos apóstolos eram como afiadas setas do Todo-Poderoso,convencendo os homens de sua terrível culpa em haverem rejeitado e crucificado o Senhor da glória.