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Postado em 15/Junho de 2017
Um pássaro do período Cretáceo, com idade estimada em cem milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], foi encontrado em ótimo estado de conservação por cientistas. Sorte dos palentólogos, azar do passarinho: de acordo com os pesquisadores, a ave tinha apenas alguns dias de vida quando ficou presa em uma poça de seiva de uma árvore, o que permitiu a conservação por tampo tempo. Na amostra, a cabeça, o pescoço, as asas, a cauda e as patas puderam ser analisadas. Uma recriação do animal à lá Jurassic Park infelizmente não será possível, já que não foram encontrados vestígios de DNA utilizável – a pele do pássaro também desapareceu e se converteu em carbono ao longo dos [supostos] milhões de anos. Foi possível, no entanto, encontrar os vestígios das tonalidades de cor das penas, que eram marrons. Os paleontólogos afirmam que essa espécie de animal conviveu ao lado dos [supostos] ancentrais dos pássaros modernos e foi extinta junto dos dinossauros, há 66 milhões de anos. Resta saber por que os tataravós dos passarinhos de hoje conseguiram sobreviver e ter melhor sorte do que seus colegas voadores. A amostra de âmbar estava havia alguns anos em posse de um museu da China, mas só recentemente os pesquisadores se deram conta da importância do registro palentológico. Lida Xing, cientista da Universidade de Geociências de Pequim, liderou os estudos para pesquisar o animal. 
(Galileu)

Nota: Sempre que um ser vivo é encontrado bem preservado na forma fóssil, uma pergunta fica no ar: Como podem animais (ou plantas) supostamente tão antigos ser tão parecidos com suas versões atuais? Como podem ser já tão complexos há tantos supostos milhões de anos e não haver ancestrais evolutivos menos complexos? No caso do passarinho acima, pelo que tudo indica, ele já tinha capacidade de voo, o que significa que dispunha desse complexo mecanismo de locomoção . Além das penas, da anatomia própria e de outros detalhes necessários, o pássaro precisava de neurônios especializados que lhe possibilitassem controlar a habilidade de voar. Tudo isso há “cem milhões de anos”, igualzinho aos pássaros atuais (o que lembra mais Gênesis 1:21). Ou a datação falhou ou a árvore evolutiva falhou. Os evolucionistas estão constantemente criticando, revisando e alterando detalhes na árvore evolutiva, removendo um ramo de um lugar e colocando em outro, revendo ordem de coisas, conectando coisas que antes estavam separadas, separando coisas que antes estavam conectadas. O que não aceitam questionar é a existência da árvore em si. Assim, não há como refutar a evolução porque ela é vaga o suficiente para permitir explicação ad hoc para qualquer coisa. Na nomenclatura de Popper, não é falseável.
Outra coisa que fica evidente é a questão de uso/não-uso de métodos da ciência. Comparemos, por exemplo, o framework chamado Mecânica Quântica com o framework do neodarwinismo. Ambos lidam com fenômenos envolvendo aleatoriedade. No experimento da dupla fenda, não se pode prever onde o elétron vai interagir com o anteparo final, mas se consegue calcular uma distribuição de probabilidade que pode ser confirmada/refutada pelo resultado de muitos eventos. Existe uma previsão feita pelo framework, não apenas explicações ad hoc depois de se observarem fenômenos. Já no framework neodarwiniano, observam-se fenômenos e formulam-se explicações ad hoc. Pode-se até imaginar em que uma espécie pode se transformar com o tempo, mas o modelo sozinho não gera um espectro de possibilidades com suas respectivas probabilidades dadas as condições ambientais ao longo do tempo. Esse é um exemplo clássico de diferença entre um framework científico e um meramente conceitual. O mesmo tipo de diferença existe entre teorias científicas e modelos meramente conceituais.
Finalmente, é bom que fique cada vez mais claro que aves e répteis como os dinossauros parece que sempre foram contemporâneos; portanto, eles não foram ancestrais delas. [MB, EL, AK]

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Pássaro de “cem milhões de anos” era um... pássaro
Marcos 16:15