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Postado em 06/Julho de 2017
Dar uma conferidinha em alguém bonito que passa na sua frente quando você já está acompanhado pode gerar conflitos para alguns casais, mas para outros pode ser encarado com naturalidade. Embora muita gente tente reprimir essa vontade, ela pode parecer irresistível em alguns momentos. Isso acontece porque fomos configurados pela evolução a fazer isso. O terapeuta familiar Jeremiah Gibson, de Massassuchetts (EUA), diz que esse comportamento é normal e que só se torna um problema quando o casal já havia se comprometido anteriormente a não “olhar para outras pessoas” ou se isso acontece enquanto o parceiro está compartilhando alguma informação séria ou íntima. Seres humanos são animais, e como animais a prioridade é procriar e espalhar os genes pela Terra. Faz parte da existência humana procurar por parceiros em potencial para aumentar as chances de sobrevivência da raça. Mesmo que tentemos controlar alguns instintos primitivos como esses, eles ainda estão lá e aparecem quando menos esperamos.
Um estudo publicado na revista Evolutionary Psychology em 2013 mostra que as mulheres tendem a notar primeiro a parte superior dos homens, e que elas preferem homens com maior distribuição de massa nos ombros, braços e abdômen. Esse tipo físico está associado com dominância, saúde e boa imunocompetência. Já os homens notam primeiro os seios, quadril e cintura, para identificar mulheres com bom potencial para gerar, parir e criar com sucesso os possíveis descendentes. Esse estudo utilizou um software que acompanha o olhar dos participantes para mapear a atividade visual.
Normalmente, isso não é um caso para terminar o relacionamento. Quando uma pessoa atraente passa e capta a atenção do parceiro ou parceira, isso não significa que ele ou ela sente qualquer emoção em relação à essa pessoa.
A psicóloga Michele Barton explica, porém, que enquanto não há problema algum em reconhecer a beleza dos outros, o que prejudica o relacionamento é ignorar a companhia original.
Um estudo de 2009 publicado no Journal of Experimental Psychology mostrou que quem está em um relacionamento gasta menos tempo olhando para pessoas bonitas do que pessoas solteiras. E outro publicado na Personality and Social Psychology Bulletin concluiu que pessoas que não notam atratividade em desconhecidos tendem a ser mais felizes e satisfeitos com seus relacionamentos.

(Hypescience)

Nota: Não é a primeira vez que uma pesquisa com viés evolucionista tenta normalizar um comportamento reprovável (confira aqui, aqui e aqui). Uma coisa é reconhecer a beleza de outra pessoa, outra é pensar nela como um objeto de satisfação sexual cujo propósito, segundo os pesquisadores evolucionistas, é servir de meio para a propagação de genes. Embora em Mateus 5:28 Jesus afirme que olhar para uma mulher (ou homem) com intenção impura caracterize adultério mental, os naturalistas seguidores de Darwin dão de ombros e sustentam que somos apenas animais racionais dotados de “instintos primitivos” e “configurados pela evolução” para trair – de fato ou em pensamento. Aliás, para um naturalista, o próprio conceito de pecado e de bem e mal não tem sentido algum, já que a moralidade é relativa e a própria consciência é um atributo da matéria, sendo o cérebro apenas um amontoado de moléculas. Além do conceito de pecado, cai por terra igualmente o conceito de gêneros e de casamento heteromonogâmico. Assim, nunca é demais repetir: ideias têm consequências. [MB]
Teoria da evolução sempre justificando o pecado
Marcos 16:15