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Maior ataque a tiros dos EUA e a falta de amor em nossos dias
Postado em 05/Outubro de 2017
Com dor no coração, o mundo observa a falta de amor e a consequência dos atos desumanos faz parte do quotidiano. Parece como se não mais houvesse remédio para frear a violência. Acordamos esta manhã com a notícia do maior ataque a tiros da história dos EUA.
Um atirador abriu fogo contra o público de um festival de música country no cassino Mandalay Bay em Las Vegas (EUA) na madrugada desta segunda-feira (2). 58 mortes foram confirmadas até o momento e mais de 500 pessoas ficaram feridas. O atirador abriu fogo a partir do 32º andar do Mandalay Bay, logo depois suicidou-se e foi achado já morto pela polícia, que arrombou quarto. Ele foi identificado como Stephen Craig Paddock, um homem de 64 anos de Mesquite (Nevada), que morava em Las Vegas. Em seu quarto foram encontradas várias armas, segundo o chefe de polícia do condado de Clark, Joseph Lombardo. O Estado Islâmico reivindicou o ataque.
Sem dúvida, essa mácula da sociedade seguirá aumentando, e isso não sou eu quem diz, mas a Bíblia, em Mateus 24:12: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos”. Parece que as pessoas se estão resignando a viver em meio ao crime, devido à falta de soluções. Ao correr a vista pelos principais meios de comunicação ficamos com os nervos alertas, vendo a elevada porcentagem de abuso sexual, roubos, assassinatos, etc., que se foram multiplicando nos últimos anos no mundo inteiro. Algumas pessoas se tornaram tão frias de coração que não mais lhes importa a vida de crianças, mulheres e idosos. O que está acontecendo?
Origem da violência
De acordo com o Comentário Bíblico Adventista (CBA) a malevolência iniciou no céu: “Então houve guerra no Céu, e Satanás, com todos os que com ele simpatizavam, foi expulso. Satanás guerreara pelo domínio do Céu, e perdera a batalha…”. Depois de expulso do céu, ele deu início à sua batalha pelo domínio de nosso planeta e o resultado foi que a violência na Terra deu seus primeiros passos, quando da queda do homem e da mulher no jardim do Éden.
Depois do pecado do homem, o espírito de rebelião ao qual ele dera início se estendeu a toda a criação animal. Dessa forma, não apenas a vida do homem, mas também a natureza dos animais, das árvores do bosque, e até mesmo o ar que se respirava contavam da triste lição do conhecimento do mal. Por isso, a mesma criação agora conspira contra o homem, por haver sido abusada por ele.
Depois de expulsos do paraíso, o primeiro filho de Adão e Eva, Caim, se tornou o primeiro assassino da história e abriu caminho para todas as atrocidades perpetradas devido ao pecado, desde aquela época até nossos dias. A esse ambiente cruel foi Jesus enviado para morrer por nós e para nos dar esperança; Ele veio para nos ensinar o amor quando disse: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39). Essas palavras foram proferidas na época em que as pessoas tinham por lema a vingança: “Olho por olho, dente por dente” (Mateus 5:38). E ainda acrescentou a advertência: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas” (Mateus 7:12).
Vimos que a maldade que leva à violência é muito antiga. A Bíblia diz que: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24:12). O CBA explica que a previsão de Cristo (de que o amor esfriaria) teve seu primeiro cumprimento décadas antes da queda de Jerusalém, no ano 70 d.C. Não obstante, acrescenta que a profecia se cumprirá novamente nos últimos dias.
Em 2 Tessalonicenses 3:2 é reafirmada a profecia: “e para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque a fé não é de todos”.
Esperança
A violência que presenciamos em nossos dias e que aumentará, de acordo com a Escritura, durará para sempre? A Bíblia, em João 16:33, diz: “[…] No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. Foi exatamente por isso que Jesus veio ao nosso planeta para deixar dois pontos bem claros: podemos vencer o mundo, a despeito da aflição. E acrescenta: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim”. Em meio a tanta dor e desespero, em Cristo, podemos encontrar paz.
Porém, nossa luta contra a falta de amor não durará para sempre. Nossa salvação está próxima, porque, quando Cristo morreu na cruz e ressuscitou, Ele nos deu a esperança de que a maldade está com os dias contados. Há um novo lar que Deus nos preparou no qual afirma: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21:4). Que esperança!
Essa promessa é repetida de forma similar nos versos de João 14:1-3: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também”.
Embora os governos não ofereçam segurança, Jesus lhe oferece a paz em meio à forte tempestade. Ainda, leia a maravilha dita pelo próprio Jesus em Sua Palavra, em 2 Tessalonicenses 3:3: “Todavia, o Senhor é fiel; ele vos confirmará e guardará do Maligno”.
O caminho para um mundo novo e sem violência, talvez você já o conheça, mas quem sabe o esqueceu: esse caminho é Jesus. João 14:6 afirma: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida”. As profecias se cumprirão, para nosso bem, mas a esperança nos sustém e nós, como cristãos, somos chamados a semear o amor em um mundo carente desse substantivo abstrato.
Como mencionei no início, Mateus 24:12 diz que o amor se esfriará, mas no verso 13 encontramos outra fórmula atual: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo”. Resumindo, somos chamados a perseverar em Cristo, nossa única esperança, e que nos prometeu um mundo novo e sem violência. Você pode acreditar.

Adaptação de texto de Carolyn Azo (via Desafios Espirituais)
Marcos 16:15