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          Marcos 16:15
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Marcos 16:15
08 de Julho Domingo
Nenhum inferno eterno

Não lhes deixará nem raiz nem ramo. Malaquias 4:1

Muitos pregadores e autores cristãos retrataram o inferno da maneira mais dramática possível. Por exemplo, em 8 de julho de 1741, Jonathan Edwards, célebre teólogo e pregador norte-americano do século 18, assustou a congregação em Enfield, Connecticut, com seu famoso sermão “Pecadores nas Mãos de um Deus Irado”. Ele afirmou sem rodeios que, a qualquer momento, os ouvintes impenitentes poderiam ser engolidos pelas “chamas reluzentes da ira de Deus”, a fim de sofrer incessantemente no inferno por “milhões e milhões de eras”. As pessoas imploraram tão alto pela misericórdia divina que Edwards não conseguiu terminar seu sermão.
Boa parte do conceito medieval de inferno foi expresso no poema épico de Dante Alighieri, A Divina Comédia, no qual o inferno é colocado no interior da Terra e alcançado por meio de nove círculos de sofrimento. Em seu livreto The Sight of Hell (A Visão do Inferno), o padre católico inglês John Furniss (1809-1865) ilustra o tormento eterno por meio de uma grande bola maciça de ferro, maior que os céus e a Terra. “Um pássaro vem uma vez a cada cem milhões de anos e apenas toca a grande bola de ferro com uma pluma de suas asas”. A queima dos pecados no inferno continua até depois da bola de ferro se desgastar por esse toque ocasional da pena! Mas se a vida neste planeta é tão curta (Sl 90:9, 10), por que Deus puniria os pecadores impenitentes de maneira tão severa e por toda a eternidade?
Quando criança e adolescente, Ellen Harmon (posteriormente White) muito se afligia com a noção de um inferno a queimar por toda a eternidade. Na mente de Ellen, “a justiça de Deus obscurecia Sua misericórdia e Seu amor”, até ela entender os ensinos bíblicos de que os seres humanos não são naturalmente imortais e que todos os pecadores impenitentes serão por fim destruídos (Life Sketches of Ellen G. White, p. 29-31, 48-50). Mais tarde, ela até escreveu que a exclusão dos ímpios do Céu e sua destruição final são atos de misericórdia divina por eles (O Grande Conflito, p. 543).
O pecado e o sofrimento tiveram um início e não faziam parte do plano original de Deus. Eles serão completamente erradicados quando o Senhor fizer “novas todas as coisas” (Ap 21:5) a fim de restaurar o Universo a sua perfeição original. O amor triunfará para sempre sobre o pecado!

Meditação Matinal