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Postado Quinta-feira 25 de Junho
Iniciativa de atendimento de saúde e distribuição de alimentos beneficia pessoas em situação de rua no centro do Rio de Janeiro.
O projeto CASA Esperança já existe há seis anos e mudou sua estratégia de atendimento: antes semanal – com almoço servido aos sábados, passou a oferecer atendimento diário. Agora serve uma refeição por dia, sempre às 18h, no Centro do Rio de Janeiro.
Com a chegada da pandemia, quando o Estado do Rio de Janeiro entrou em quarentena, pessoas em situação de rua ficaram sem ter como conseguir o alimento. Diariamente, os moradores de rua conseguem o que comer através de projetos humanitários, supermercados, bares e restaurantes.
Desde março, mais de 20 mil refeições já foram servidas. A iniciativa é liderado por Naó Borges, que é membro da Igreja Adventista, e conta com apoio de voluntários que preparam o alimento e fazem a distribuição, além da higienização das pessoas em situação de rua.
Entre os voluntários estão o pastor Haroldo Paulino e sua esposa, Elisangela Paulino. Semanalmente, eles levam um trailer para que os moradores possam tomar banho. Também oferecem toalhas e sabonetes e, após o banho, as pessoas recebem desodorante e perfumes, além de roupas limpas.
Parceria
No dia 18 de junho, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) deu apoio ao projeto. Foi levada para o local uma ambulância equipada, além de médicos e profissionais de enfermagem para atendimentos e orientações de saúde. A entidade internacional está presente em todos os continentes e atua em 70 países para apoiar os sistemas de saúde locais.
A MSF foi fundada há quase 50 anos e vive neste momento um dos maiores desafios de sua história, por isso tem uma enorme demanda por seus recursos humanos e materiais. Entretanto, está à frente de ações em resposta à pandemia da Covid-19 no Brasil nas cidades de Manaus, São Paulo, Rio de Janeiro e Boa Vista.
As pessoas presentes no local foram aconselhadas quanto à necessidade de adoção de medidas de isolamento social e de higiene. Aquelas sintomáticas, entretanto, foram encaminhadas para atendimento com a equipe de enfermeiros e médicos.
Compromisso
O trabalho de MSF na resposta à pandemia de Covid-19 tem sido focado nas populações mais vulneráveis: pessoas em situação de rua, migrantes e população indígena. Logo, estas populações já têm dificuldades de acessar o sistema de saúde e a sobrecarga ocasionada pela doença tende a deixá-los ainda mais marginalizados.
Marcos 16:15
Projeto social faz parceria com Médicos Sem Fronteiras