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Lição 2 - Trabalho Escolar
A ORIGEM DA VIDA POR DEUS OU POR ACASO?
À medida que uma criança vai crescendo, vai ficando cada vez mais fascinada com as descobertas da vida. A criança é movida principalmente pela curiosidade. Saber como funcionam as coisas: o controle remoto da TV, o celular, o teclado do computador, hoje parece que a criança já nasce sabendo apertar os botões.
Mas se a curiosidade trás o conhecimento, trás também a decepção. Um exemplo clássico é a figura do Papai Noel. E o mesmo que faz os olhinhos da criança brilhar ao entrar pelo mundo da fantasia, faz chorar, pela decepção de ter descoberto que o velhinho de barbas brancas não existe.
No Brasil, mais de oitenta por cento da nossa população de baixinhos cresce acreditando que Deus existe e que foi Deus quem nos criou.
Bem nasci em um lar cristão, desde pequeno era levado à igreja e cresci ouvindo que Deus foi quem criou tudo, e logo que comecei ler era só abrir a Bíblia estava escrito ali, no primeiro verso da Bíblia Gênesis 1:1 “No principio criou Deus os céus e a Terra...”, em meu universo, dava a impressão que todos no mundo eram cristãos, ou pelo menos acreditavam em Deus.
Um Trabalho Escolar
Foi no ginásio, pela primeira vez na vida, que  ouvi falar que alguém não acreditava
que Deus criou o mundo. Um  professor de história começou a contar uma história da criação muito diferente daquela que eu tinha ouvido da minha mãe. Ele falava em evolucionismo, num tal de Darwin, em homens das cavernas. A princípio me enfureci, tentei questioná-lo.
Mas, como um menino poderia argumentar com um professor?
Embora ele não me ganhasse pela simpatia, foi o primeiro a me mostrar que, atrás de
meu pequeno mundo, existia um UNIVERSO enorme de pessoas que não acreditam em Deus da maneira como eu acreditava.
Estando em qualquer um dos dois grupos, dos que crêem em Deus, ou dos que não crêem em Deus, em alguma fase das descobertas de mundo que fará, a pessoa passará pelo conflito de duvidar de seus próprios valores por descobrir “outras verdades”, como aconteceu comigo.
Quando era garotão de Ensino Médio comecei a ter a fé minada pelo ensino de alguns professores. Eu estava no colegial e, como sempre fazia, mesmo sem argumentos desafiei minha professora de história. Como a desafiei, ela me desafiou de volta e me pediu um trabalho, que deveria ser apresentado de forma oral, falando sobre criacionismo, evidências científicas de que existe um Deus criador.
Aquela controvérsia me levou a fazer um trabalho escolar que, para sempre,
redefiniria aquilo que havia sido uma fé infantil. Nem minha professora podia imaginar o quanto aquele trabalho foi importante para mim!
Ela conseguiu acabar com minha dúvida! Nunca mais me conformei em estar enquadrado naquela classe de pessoas que se conforma em aceitar apenas pela fé.
Será que a Evolução Consegue Provar a Origem da Vida?
Foi essa pergunta que fiz a Dra. Márcia Oliveira de Paula, bióloga, formada em licenciatura e bacharelado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde também concluiu seu mestrado em microbiologia,  e tem o doutorado pela Universidade de São Paulo, também em Microbiologia e sabe o que ela me disse?
Explicar a origem da vida na Terra é uma das maiores dificuldades da teoria da evolução. Embora vários cientistas tenham trabalhado insistentemente, até hoje nada se conseguiu ainda de bons experimentos, que pelo menos chegue perto de comprovar a origem da vida. Depois de mais de 50 anos de pesquisas nessa área, as publicações apenas mostram como os avanços de tais descobertas estão empacados. À medida que se descobre o quanto as células são mais complexas do que se imaginava, fica cada vez mais difícil explicar a origem (no passado) dos seres vivos a partir de substâncias inorgânicas.
É Possível um Ser Unicelular, Uma Bactéria Surgir por  Acaso?
Toda célula viva possui moléculas de proteínas consideradas fundamentais para a vida. Um exemplo simples e já bem estudado é a proteína Citocromo C. Seria possível obter tal proteína, a partir de substâncias inorgânicas, ao acaso? Cálculos cuidadosos feitos por Hubert Yockey (1992) demonstram que uma molécula de citocromo C funcional poderia ser obtida em somente 2 em 1075 tentativas. Se for aceita a estimativa otimista de Sagan de 1044 aminoácidos presentes em sua “sopa primordial” e se pudéssemos simultaneamente adicionar um novo aminoácido a cada uma das 1044 cadeias em formação, um por segundo, prosseguindo somente até haver uma falha, seriam necessários somente 1023 anos para se ter uma probabilidade de 95% de obter uma molécula funcional de citocromo C neste sistema. Isto é dez trilhões de vezes mais do que a idade que é geralmente aceita para o universo.
Ainda que todos estes fenômenos, fatos e números tivessem realmente ocorrido, pra ciência ser honesta, não poderia apóiá-los, pois ninguém estava lá para sistematizar sua explicação através da observação, identificação e pesquisa, formulados metódica, sistemática, repetitiva e racionalmente, digo isso baseado no que disse o ateu e evolucionista doutor Carl Sagan:“Em ciência, se um fenômeno não se repete ele não pode ser confirmado” , se alguém tenta defender o surgimento da vida dado pelo acaso como sendo ciência, a mente científica de alguém que teria planejado todas as origens seria obrigada a perguntar: “Onde você estava quando lancei os alicerces da terra, e fixei os limites do oceano?” (Jó 38:1-20).
O problema é que no mundo científico o que acontece com a teoria da evolução das espécies, pode ser resumido nas palavras de um outro evolucionista, conhecido como o buldogue de Darwin chamado Thomas Huxley que disse: “Primeiro é absurdo; depois pode ser; e finalmente sempre soubemos disso”. Se repetirmos uma mentira demais ela pode passar a ser considerada amplamente uma “verdade”, embora não seja.
Ciência e Deus Combinam?
A mídia tenta vender a idéia de que ciência e religião são antagônicas, mas esta propaganda pode ser facilmente desmascarada se não nos bitolamos em ouvir somente o que é colocado no trombone, mas observarmos no que as pessoas têm acreditado ao longo dos anos.
O doutor Rodrigo P. Silva relacionou uma lista de 21 biografias de cientistas que tinham uma fé criacionista . Da leitura desse livro, o mais interessante é poder notar duas coisas:
a) Desde o século XIV, entre os que mais se destacaram e contribuíram para a sociedade, estavam aqueles que tinham, como força para suas faculdades mentais, a fé em Deus.
b) Ao longo de toda a história sempre houve homens preeminentes que não se acanharam em atribuir ao Criador a autoria dos seus estudos.
Abaixo, alguns heróis da fé:
Cientista                                                                  Tempo em que viveu
Leonardo da Vinci                                                      1452 – 1519
Nicolau Copérnico                                                      1473 – 1513
Geórgias Bauer (Agrícola)                                           1494 – 1555
Francis Bacon                                                              1561 – 1626
Galileu Galilei                                                              1564 – 1642
Johannes Kepler                                                           1571 – 1630
Blaise Pascal                                                                 1623 – 1662
Robert Boyle                                                                 1627 – 1691
Isaac Newton                                                               1642 – 1727
Gottfried Wilhelm Liebnitz                                          1646 – 1716
Bartolomeu de Gusmão                                                1685 – 1724
Maria Gaetana Agnesi                                                  1718 – 1799
Caroline Herschel                                                         1750 – 1848
Geoges Cuvier                                                               1769 – 1832
Maria Mitchell                                                              1818 – 1889
Gregor Mendel                                                              1822 – 1884
Louis Pasteur                                                                 1822 – 1895
William Ramsay                                                             1852 – 1916
George Washington Carver                                           1864 – 1943
Carlos Chagas Filho                                                        1910 – 1999
Wernher Von Braun                                                       1912 – 1977
Se a ciência tem pais cristãos, ou ela é compatível com a crença em um Deus, ou os listados acima eram loucos. Se a última alternativa estivesse correta, eles não seriam aceitos como cientistas. O que acontece é que sempre houve homens como os três astronautas da Apollo 8 que, em 1968, quando estavam circundando o lado escuro da Lua e viram nosso lindo planeta azul nascer no horizonte lunar, declamaram em uníssono, para as conexões de comunicação do nosso planeta ouvirem: “No princípio Deus criou os céus e a terra!”(Gênesis 1:1).
Já no século XXI, a revista Perspective Digest (ano 2001, vol. 6, nº. 3) divulgou o resultado de duas pesquisas feitas com cientistas, a respeito de suas crenças religiosas.
Veja os resultados:
Primeira Pesquisa – Realizada em 1916
Cientistas que disseram acreditar em Deus  40%
Cientistas que disseram não acreditar em Deus  45%
Cientistas que não responderam à pesquisa  15%
Segunda Pesquisa – Realizada em 1996
Cientistas que disseram acreditar em Deus  40%
Cientistas que disseram não acreditar em Deus  45%
Cientistas que não responderam à pesquisa  15%
Por que será que, passados 80 anos, nos quais a ciência tanto se desenvolveu, a crença que os cientistas têm em Deus não mudou nada? É lógico que é porque na natureza há evidências da existência do Criador! Albert Einstein já sabia que a ciência é o estudo da criação de Deus, e por isto falava que “a ciência sem a religião é manca; e a religião sem a ciência é cega”. Deus deseja que a ciência seja uma ferramenta útil para mostrar que Ele é o Criador. Como Ele é um Ser, e não uma simples matéria ou fórmula, Sua existência é provada pelos humanos na experiência pessoal que têm ao relacionar-se com Ele. Nem todos têm esta coragem. É por isso que, ao longo do tempo, sempre existem crentes e céticos. Os percentuais obtidos pelas pesquisas do Instituto Gallup realizadas junto à opinião pública dos americanos, demonstram isto:
CRENÇAS DE ADULTOS NOS EUA COM RESPEITO A SUAS ORIGENS
Origem                                                                       1982          1991          1993
Deus criou o homem dentro dos últimos 10 mil anos.                   44                47                  47
O homem desenvolveu-se ao longo de milhões de anos.
Deus dirigiu o processo.                                                                 38                40                   35
O homem desenvolveu-se ao longo de milhões de anos.
Deus não esteve envolvido.                                                               9                  9                    11
Não opinaram.                                                                                  9                  4                     7
Alguns cientistas se perguntam como é possível que, após mais de um século de educação evolucionista, tão poucos sigam a doutrina. Para Ariel A. Roth, um cristão que atualmente é cientista, o problema é que “muitos acham difícil acreditar que o homem e todas as complexas formas de vida ao seu redor, juntamente com a Terra e um Universo que tão adequadamente os sustentam, se tornaram organizados por si mesmos”.
É muito ilógico, olhar para um sistema de complexidade irredutível, como por exemplo, o olho, e não esperar que alguém o tenha planejado . Isto tem sido motivo de discussão por dois séculos. A questão da origem do olho não é tida como um tópico favorito de discussão, por vários evolucionistas . Darwin era muito ciente deste problema, embora não conhecesse toda a complexidade do processo de visão. Ele confessou seu desespero numa carta que escreveu a Asa Grey, em 3 de abril de 1860, que diz: “Só de pensar no olho, tenho calafrios”. “Tipos altamente complexos de olhos como os nossos são um assombro de partes coordenadas que operam em conjunto para que possamos ver” . Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção (Salmo 139:14).
Dizer que é possível provar cientificamente que Deus existe seria uma tolice. Mas seria também uma tolice falar que a ciência afirma que Deus não existe. Vamos respeitar a ciência! Finalmente, com uma mentalidade um pouco mais científica, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for respeitável, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, seja isso que ocupe o vosso pensamento.
(Filipenses 4:8).
É sobre elas que vamos aprender nos próximos estudos!
Embora não possamos usar a ciência para provar que Deus exista ou não, afinal Deus jamais vai entrar dentro de um laboratório e dizer: Pronto estou aqui podem me examinar.
Porque como a própria Bíblia diz em Hebreus 11:6 “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele exista”, maspodemos encontrar evidências que mostram que não estamos aqui por conta do acaso. Os arranjos e o equilíbrio especial das forças fundamentais da natureza dizem que há um Ser que colocou tudo isso junto de forma perfeita, na construção deste Universo.
Por isso:
Ergam os olhos e olhem para as alturas. Quem criou tudo isso? Pergunte aos animais, e eles o ensinarão, ou às aves do céu, e elas lhe contarão; fale com a terra, e ela o instruirá, deixe que os peixes do mar o informem. Quem de todos eles ignora que a mão do SENHOR fez isso? (Isaías 40:26; Jó 12:7-9).
Alguém fora do Universo estava pensando em nós. Você não é fruto do acaso, você é a realização do sonho do grande Criador.


Veja, 27/03/96, pág. 89.
Rodrigo P. Silva, Eles Criam em Deus (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2002).
Michael J. Behe, A Caixa Preta de Darwin (Editora Jorge Zahar).
Pierre P. Grassé, Evolution of Living Organisms: Evidence for a New Theory of Transformation (Nova York, San Francisco e Londres: Academic Press), 105.
Roth, 97-105.

ESTUDO PESSOAL
01. O que a Bíblia tem a dizer sobre a racionalidade? Rom. 12:1 (diz que a razão deve estar de mãos dadas com a religiosidade)
02. E sobre a importância da ciência? Eclesiastes 12:12; 1Tim. 4:13 (As Escrituras afirmam que devemos buscar o conhecimento, nos aplicarmos à leitura. Mas, devemos ter equilíbrio, ou seja, não deixar de cuidar de outros aspectos do ser. O apóstolo Paulo, por exemplo, gostava muito de leitura. Ver 2Tim. 4:13).
03. ABíblia é contra a ciência, a busca pelo saber? Prov. 8:10 (não! A Bíblia diz que o conhecimento é mais importante que o ouro)
04. Por que alguns intelectuais não entendem a linguagem religiosa de Jesus? João 8:43 (porque não querem aceitar a Bíblia. Conferir João 5:39 e 17:17).
05. Que diz a Bíblia sobre a importância da fé? Rom. 7:24 e 25 (a fé produz esperança, que é fundamental para a saúde física e emocional)
06. Quem melhor ilustra o tipo de fé que o ser humano deve ter em Deus? Mar. 9:35-37 (as crianças. Além da sinceridade, elas têm a capacidade de crer em Deus sem precisar questionar a existência dEle. Elas são muito felizes assim)
07. Enquanto os sábios dos dias de Jesus O negavam, amparados pela própria lógica deles, o que as crianças faziam? Mat. 21:15 e 16 (louvavam a Cristo)
08. Em que circunstâncias o ser humano deve ser como criança e em qual ocasião deve ser agir como uma pessoa madura? 1Cor. 14:20 (quanto à malícia, deve ser como as crianças. No julgamento das coisas, agir como alguém  amadurecido).
09. Com que intensidade se deve desejar o conhecimento espiritual? 1Ped. 2:2 (com a intensidade com que um bebê deseja o leite materno)
10. O que a ciência diz sobre a importância da fé?
Quem vai à igreja vive mais. “Um novo estudo mostra que pessoas que freqüentam serviços religiosos semanalmente vivem mais, segundo a LiveScience.com.
“A pesquisa apontou quantos anos a mais são adicionados à expectativa de vida de um sujeito baseando-se em alguns pontos, e concluiu que exercícios físicos regulares levam ao aumento de 3 a 5,1 anos; regime terapêutico, de 2,1 a 3,7 anos; e freqüência regular a cerimônias religiosas, de 1,8 a 3,1 anos” (Fonte: http://michelsonborges.blogspot.com/2006/04/quem-vai-igreja-vive-mais.html)
11. O que a Bíblia tem a dizer sobre psicologia? Filipenses 4:8 (a Bíblia diz que devemos gerenciar os pensamentos para que não sejamos vítimas de nós mesmos. Isso é comprovado pela psicologia moderna. Ver o livro Jesus, o Maior Psicólogo que já Existiu, do Dr. Mark W. Baker. Editora Sextante, 2005).
12. O que a ciência da psicologia tem a dizer sobre a Bíblia? Mat. 6:25-34; 6:28 (com base nesses textos bíblicos, o cientista, psiquiatra e psicoterapeuta, o Dr. Augusto Jorge Cury, afirmou que Cristo abordou a ansiedade excessiva, a mais traiçoeira doença da atualidade, dezenove séculos antes da existência da psiquiatria e da psicologia. Disse ele: “Cristo não freqüentou escola, não estudou as letras, mas foi o mestre dos mestres na escola da vida. Ele era tão sofisticado em sua inteligência que fazia psiquiatria e psicologia preventiva quando essas nem ensaiavam existir” (Análise da Inteligência de Cristo – o Mestre dos Mestres, pág. 56. Academia de Inteligência, 1999).
13. O que grandes cientistas disseram sobre a relação entre a fé e a ciência? A seguir, veremos a opinião e alguns deles (Fonte: Rodrigo P. Silva, Eles Criam em Deus – Biografias de cientistas e sua fé criacionista. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2002):
      a) Nicolau Copérnico (1473-1513). Criador da teoria heliocêntrica – o Sol, e não a terra, era o centro desse sistema. Falando das fases não observáveis de alguns planetas, declarou: “Eles têm realmente fases. Quando Lhe aprouver, o bom Deus dará ao homem meios de observá-las”.
      b) Maria Mitchell (1818-1889). Astrônoma, primeira mulher eleita pela Academia de Artes e Ciências dos EUA: “cada fórmula que expressa a lei da natureza é um hino de louvor a Deus”.
     c) Blaise Pascal (1623-1662). Criador do cálculo das probabilidades, usado por companhias e empresas. Enquanto discutia com alguns amigos ateus numa praça da cidade de Paris, afirmou: “aposto com vocês que, matematicamente falando, crer em Deus é mais lucrativo do que descrer dEle”.
      d) Werner von Braun (1912-1977). Graças à tecnologia desconvida por ele, é possível projetar satélites. Foi diretor da NASA em 1960: “... Apenas uma olhadela através desses vastos mistérios do Universo já nos confirma a crença de que certamente isso é obra do Criador. O que eu não consigo entender é como alguns cientistas não vêem a clara presença de uma razão superior por detrás da existência do universo. Isso é tão sério quanto ver um teólogo que nega os avanços da ciência”.
      e) Johannes Kepler (1571-1630). Aprimorou o Sistema Heliocêntrico: “Eu queria ser teólogo, e por longo tempo fiquei inquieto de não ter terminado meus estudos. Agora, no entanto, percebo que através do meu esforço, Deus foi celebrado na Astronomia”.

TESTE:
É possível provar a existência de Deus por métodos científicos?
A fé é inimiga da razão?
O que os pais da ciência pensavam sobre a relação entre e fé e a ciência?
Marcos 16:15