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                 Marcos 16:15
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Vida Cristã
Como as pessoas eram salvas antes de Cristo vir a este mundo?
Postado em 04/Janeiro de 2018
Marcos 16:15
Todos nós sabemos que “não há salvação em nenhum outro nome” a não ser em Jesus Cristo (Atos 4:12). Mas, como eram salvos aqueles que viveram antes de Jesus, nos tempos do Velho Testamento? Podiam receber a salvação em Jesus se Ele ainda não havia morrido? Como poderiam saber algo sobre o calvário e o que faria Jesus?
Desde que o homem pecou, deveria demonstrar fé no Redentor. Adão e Eva tiveram conhecimento do plano da Salvação (Gênesis 3:15). Abel creu no sacrifício do redentor vindouro ao levar um cordeiro para o sacrifício (Gênesis 8:20). Assim aconteceu com Abraão e os demais patriarcas.
O povo de Israel recebeu ordem de construir um santuário para que Deus pudesse habitar no meio do povo (Êxodo 25:8). Esse lugar seria para a manifestação da presença divina e também para adoração a Deus. E ainda mais do que isso: seria para revelar, mediante símbolos, o grande plano da salvação. Por ser símbolo da obra de Cristo, o Santuário do antigo Israel chegou ao seu fim, ao consumar-se o sacrifício de Jesus (Mateus 27:50 e 51).
Quando o Salvador expirou na cruz, o véu do santuário rasgou-se em dois, dando o Senhor a atender por isso que aqueles serviços não tinham mais valor. A sombra encontrava o corpo, o tipo encontrava o antítipo. Daquele momento em diante, entrava em função o santuário que está no Céu (Hebreus 9:24).
Assim como o sacerdote no santuário terrestre representava a Deus em benefício dos pecadores, dons e sacrifícios, Jesus, nosso Sumo Sacerdote, apresenta ao Pai, em favor do homem, os méritos do Seu próprio perfeito sacrifício – Sua morte na cruz. Contrariamente aos sacrifícios de animais, o sacrifício de Jesus foi feito “uma vez para sempre” (Hebreus 7:27). A virtude desse único sacrifício é suficiente para apagar os pecados de todos os homens em todos os tempos (1 João 2:2).
A salvação não pode ser conseguida por esforço humano. A salvação sempre foi e sempre será produto da graça e da misericórdia divinas. Mas o que para nós é gratuito, custou um preço muito alto. Nossos pecados são uma ofensa grave a Deus. Somente através da morte de Cristo nós poderíamos ser perdoados. Para isto Jesus veio até nós.
Marcos 10:45 diz: "Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos." Portanto, os que viveram antes da cruz de Cristo foram salvos porque acreditaram no Salvador que haveria de vir. E nós, que vivemos depois da cruz, somos salvos por acreditarmos no poder do Cristo que já veio.
Diz 1 Pedro 1:18-20: "Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós."
Deus pôde oferecer o perdão para as pessoas que viveram antes da cruz com base no sacrifício futuro que seria feito em favor da raça humana, o sacrifício de Cristo. É somente quando cremos em Cristo como nosso Salvador pessoal e cremos na expiação efetuada na cruz para remissão dos nossos pecados, que o divino Mediador pode aplicá-la em nosso benefício. Por isso, aceite a Jesus como teu Salvador pessoal agora e receba as bênçãos do perdão e da salvação.
"O plano da salvação fora estabelecido antes da criação da Terra; pois Cristo é 'o Cordeiro morto desde a fundação do mundo' (Ap 13:8); foi, contudo, uma luta, mesmo para o Rei do Universo, entregar Seu Filho para morrer pela raça culposa. Mas 'Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna' (Jo 3:16). Oh, que mistério da redenção! O amor de Deus por um mundo que O não amou! Quem pode conhecer as profundidades daquele amor que 'excede todo o entendimento?' Durante séculos eternos, mentes imortais, procurando entender o mistério daquele amor incompreensível, maravilhar-se-ão e adorarão." (Ellen G. White - Patriarcas e Profetas, p. 64)
(Com informações de Novo Tempo e Sétimo Dia)